quarta-feira, 20 de abril de 2011

Igreja de Cristo - Belo Horizonte, Minas Gerais.




Freqüentador Misterioso: Liturgista Cristão



A Igreja: Igreja de Cristo



Denominação: Igreja de Cristo



O prédio: Prédio amplo, multifuncional, com um belo auditório, contendo um batistério.



A comunidade: Pessoas de várias classes sociais.



A vizinhança: Local de fácil acesso, no centro de Belo Horizonte (Av. Dos Andradas, 555), mas um ambiente mau frequentado ao redor.



Elenco: Forrest Gates e outros escalados para participar do culto: cânticos, oferta, Ceia (não existem clérigos profissionais e todos os irmãos podem realizar todos os atos do culto).



Data e Horário: Dia 20 de fevereiro de 2011, às 10 horas.




Qual o nome do culto? Culto de Adoração



Quão cheio estava o salão de cultos? Bastante cheio em torno de umas 260 pessoas.



Alguém lhe deu boas-vindas? Sim, ficam alguns irmãos à porta do auditório distribuindo o Boletim Informativo e cumprimentando às pessoas.



Seu assento era confortável? Razoavelmente, eram cadeiras plásticas.



Como você descreveria o ambiente antes do culto? Antes do culto havia a aula dominical, mas no intervalo entre um e o outro havia muita conversa.



Quais foram, exatamente, as palavras de abertura do culto? “Bom dia irmãos, vamos dar início ao culto ao nosso Deus” ou algo semelhante.



Que livros foram usados pela congregação durante o culto? Somente a Bíblia, os cânticos são projetados no data show.



Que instrumentos musicais foram tocados? Nenhum, a Igreja de Cristo só pratica e aceita o louvor cúltico à capella.



Algo o distraiu? Sim, o excesso de conversa pouco antes do início do culto e que as vezes continua com ele já começado.



O estilo do culto, qual era? Saltitante, engessado ou o quê? Eu diria, moderadamente tradicional, não se bate palmas, não se dança, não se grita, mas usa-se muitos corinhos e os hinos são minoria



Qual a duração exata do sermão? Em torno de 20 a 30 minutos.



Numa escala de 1 a 10, quão bom era o sermão? E o pregador? Sermão 8, Pregador 9.



Em suma, sobre o que foi o sermão? Sobre as contradissões do ser humano.



Que parte do culto foi como estar no céu? Quando se canta os hinos antigos a 4 vozes e à capella e a Santa Ceia que é celebrada dominicalmente.



E qual parte foi como estar... hã... no outro lugar? O excesso de conversa no início do culto.



O que aconteceu depois do culto? As pessoas batem papo e depois vão embora.



Como você descreveria o cafezinho após o culto? Interessante e animado.



Como você se sentiria em congregar nesta igreja? (numa escala sendo 10 = extasiado e 0 = terminal) 9.



O Culto o fez feliz por ser um cristão? Sem dúvida, foi excelente.



O que você vai guardar na memória deste culto? A Ceia do Senhor.

domingo, 19 de dezembro de 2010

PARÓQUIA DE SÃO SEBASTIÃO DO BARRO PRETO



Freqüentador Misterioso: Sine Nomine

A Igreja: Igreja de São Sebastião do Barro Preto

Denominação: Igreja Católica Apóstolica Romana, com todos os direitos e fatos.

O prédio: No site da paróquia (infra), há relato sobre a história do Edifício. É grande, bonito, estilo eclético brasileiro, com torres, transeptos, coro; recentemente foram adicionados vitrais; há também o "episódio" do órgão (mais abaixo narrarei).

A comunidade: Pelo que pude ver, são gente do mais fino catolicismo e do mais fino gosto e erudição (musical, artística, litúrgica &c); de outra forma, não seria possível. Pe. José Cândido é de uma mente impressionante, e, portanto, a vida paroquial torna-se, igualmente, impressionante (no sentido cultural). Posso asseverar, todavia, que há gente de várias idades, classes sociais, e, frise-se, de várias partes de BH, as quais vencem o chão para assistir às missas com o nobre pároco.

A vizinhança: Barro Preto. Lojas de roupa e Escritórios de Advocacia. O Fórum do TJMG fica no outro quarteirão.

Elenco: Dirigente: Pe. José Cândido. Pregador: Pe. José Cândido. Coro: Havia um Coro, mas fiquei sem saber se é coro da Paróquia ou da empresa que gere boa parte da vida musical em S. Sebastião. Houve a participação especial do Pe. Marcelo Ferreira, organista em Niterói, e, por ser Missa Solene, de todos os elementos cabíveis. Acólitos, Cruciferários, Turibulários, Evangeliários, Bedéis &c.

Data e Horário: 19 de dezembro de 2010, 4º Domingo do Advento, Missa das 11h.


Qual o nome do culto? Missa do 4º Domingo do Advento.

Quão cheio estava o salão de cultos? Cheguei cedo, no final da Missa anterior. Bem, cheguei e fui logo escutanto as conversas sobre o "episódio" do órgão.

Alguém lhe deu boas-vindas? Sim, sim. Um daqueles senhores que vestem terno branco. Muito simpático, aliás.

Seu assento era confortável? Absolutamente não. Banquinho bem fraco lá o de S. Sebastião.

Como você descreveria o ambiente antes do culto? Hã... pareceu igreja Batista? Sério, fiquei impressionado com o entrosamento do pessoal. Nos tempos que eu ia a Missas, com minha avó, a coisa era BEM silenciosa. Lá o pessoal se sauda, abraça, cumprimenta, etc. Aliás, houve dificuldade em alguns dos meus circunstantes em observar o silêncio, já depois do começo.

Quais foram, exatamente, as palavras de abertura do culto?. Pe. José Cândido toma o púlpito e diz: "Bom dia, meus irmãos". Depois das saudações padrão e da apresentação do órgão, a narrativa do "Episódio".

O EPISÓDIO DO ÓRGÃO: A Paróquia de S. Sebastião já havia marcado faz muito tempo o concerto e a missa solene que definitivamente inaugurariam o Grande Órgão. Tudo ia acontecendo muito bem, já fazia meses que o instrumento estava a ser instalado. O Organeiro, RICARDO CLERICE, detectou um desarranjo no órgão. Todavia, asseverou que o órgão estaria pronto para a Missa de Domingo, 19/12 (isso se deu em novembro). Sexta-feira, porém, ele conseguiu descobrir o que causava o desarranjo: estragos em dois grandes tubos de madeira de 16 pés. O Arcebispo, que rezaria aquela Missa, foi dispensado, mas nenhum outro dos convidados conseguiu ser contatado a tempo. A comunidade estava desolada com o acontecido, principalmente o Pe. Cândido. Nem por isso o Concerto deixou de acontecer, com o Coro MARAVILHOSO e ESPETACULAR que se fez ouvir cantando algumas canções (para minha surpresa: HINOS PROTESTANTES!).

Que livros foram usados pela congregação durante o culto? O folhetim da Missa.

Que instrumentos musicais foram tocados? O Órgão Digital da paróquia, que, para minha surpresa, toca direitinho. O som é meio asmático, mas ilustra bem os tubos.

Algo o distraiu? Pessoas papeantes ao meu redor? Por que elas vêm à Missa mesmo?

O estilo do culto, qual era? Saltitante, engessado ou o quê? Missa tradicionalíssima romana, com Coro, Órgão, trechos em Latim (o credo e alguns corais) e incensos, pompas e circunstâncias.

Qual a duração exata do sermão? 8 minutos.

Numa escala de 1 a 10, quão bom era o sermão? E o pregador? Achei EXCELENTE a Homilia, mas minha tradição me faz gostar de prédicas mais longas. Pe. Zé Cândido é um excelente orador, e o faz com naturalidade impressionante. Gostei muito, muito, muito de sua reflexão sobre o sonho de José, mas achei que poderia ser mais longa, repito-me.

Em suma, sobre o que foi o sermão? José teve um Sonho. Deus falava aos patriarcas através de Sonhos, como o outro José, lá no Egito. Esses sonhos, porém, não eram sonhos propriamente, mas, sim, percepções da vontade de Deus a partir de meditação, contemplação e oração. De José, que se submeteu a Deus, aprendemos o exemplo da resolução em obedecer, mesmo sem compreender; de Maria, que se entregou de todo nas mãos de Deus, aprendemos a submissão santa e santificadora, que nos propicia a, como eles, recebermos a Jesus nesse Natal.

Que parte do culto foi como estar no céu? Ah, exceto as orações aos Santos e a Maria, todo ele. Gostei muito da Homilia, mas o coro de 10 componentes que cantam como se fossem 70 também tem o seu lugar.

E qual parte foi como estar... hã... no outro lugar? Bem. Tenho de ser sincero, né? Orações a Maria. Realmente fico sem lugar quando se dá isso.

O que aconteceu depois do culto? Fiquei ouvindo o coro um pouco mais e, depois, fui saudar o padre.

Como você descreveria o cafezinho após o culto? Não o há, mas há uma "Boca do Forno" do outro lado da Augusto de Lima, onde tomei um Mokaccino e comi um Juscelino de Frango. Nham, nham!

Como você se sentiria em congregar nesta igreja? (numa escala sendo 10 = extasiado e 0 = terminal) Não ia dar certo. Tenho cá meu doutrinamento.

O Culto o fez feliz por ser um cristão? Sim, com certeza. Foi uma satisfação participar daquele culto a Deus, diferente do que eu estou acostumado.

O que você vai guardar na memória deste culto? Várias coisas. Sobretudo, duas: 1. O Coro. 2. A Homilia.

http://igrejasaosebastiao.com.br/index.asp

quinta-feira, 11 de março de 2010

CATEDRAL NOSSA SENHORA DA IMACULADA CONCEIÇÃO, FRANCA/SP





Freqüentador Misterioso: Episcoteriano

A Igreja: Catedral Nossa Senhora da Imaculada Conceição, Franca, SP

Denominação: ICAR, Igreja Católica Apostólica Romana

O prédio: A Igreja Matriz, elevada a Catedral da Diocese de Franca em 20 de fevereiro de 1971, é um templo neogótico de inspiração francesa, construído no início do século XX com as polpudíssimas contribuições dos barões do café e dos diamantes, que gozavam do auge de sua opulência.

A comunidade: A Catedral, como igreja central que é, congrega não apenas os moradores do centro, mas gente de toda a cidade que prefere cultuar no ambiente contemplativo de um templo gótico. Como é comum às catedrais (e igrejas monásticas), o Ofício Diário é dito todos os dias (dã), e aos domingos há cinco celebrações (sete nas grandes festas), e em todas há sempre gente que fica em pé pela falta de lugar.

A vizinhança: Como de costume nas cidades do interior do Brasil, o prédio da Matriz fica no coração do Centro da cidade, diante de uma longa praça com fonte luminosa e concha acústica onde a banda toca todo domingo à noite. Sendo Franca a maior cidade pequena do mundo, com seus 375.000 habitantes e cara de 37.500, o Centro ainda é um endereço nobre, vibrante e cheio de vida, ao contrário das grandes cidades neofeudalizadas da cultura subúrbio-shopping center do final do século XX.

Elenco: A celebração foi presidida pelo novo Bispo da Diocese, D. Pedro Luís Stringhini, com a concelebração dos vigários paroquiais, Pe. José Geraldo Segantin, Pe. Márcio Barbosa Rigolin, Pe. José Alaor Borges e a participação do Dc. João César Martini.

Data e Horário: Segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010, 19h30.

Qual o nome do culto? Missa Solene de Posse da Cátedra da Diocese de Franca

Quão cheio estava o salão de cultos? Não havia lugar para sentar, e os fundos da nave estavam razoavelmente lotados de gente em pé, também.

Alguém lhe deu boas-vindas? Duas simpáticas senhorinhas que distribuíam os folhetos da missa junto com bandeirolas brancas trazendo a efígie da padroeira da Catedral.

Seu assento era confortável? Não tive a chance de me sentar, apesar de ter chegado vinte minutos mais cedo. Mas os bancos da Catedral são qualquer coisa de confortáveis, com seus assentos estofados revestidos em couro (não se esperaria menos da Capital do Calçado!).

Como você descreveria o ambiente antes do culto? Um clima de festiva antecipação. Na véspera o Bispo tomara posse da Diocese em uma grande missa com o Ginásio Poliesportivo da cidade, o Pedrocão, Templo do Basquetebol, lotado. Comparado com aquele clima de festa de religião de estado, como o catolicismo ainda parece ser no interior, a cerimônia do domingo começou bem mais sóbria e introspectiva. Até porque já era Quaresma.

Quais foram, exatamente, as palavras de abertura do culto? A letra em português do Hino do Vaticano, executado repetidas vezes durante o rito da processional. As primeiras palavras ditas, como era de se esperar, foram "Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo".

Que livros foram usados pela congregação durante o culto? A ordem litúrgica, como é costume da Catedral, vem impressa na íntegra em um folheto grande (A3 dobrado no meio) em 3 colunas por página, contendo todos os responsos, orações, letras de músicas e as leituras bíblicas.

Que instrumentos musicais foram tocados? Piano eletrônico, usando um som de órgão, e violão. É o instrumental padrão da Catedral.

Algo o distraiu? Numa missa solene, muita coisa acontece ao mesmo tempo, bem diferente mesmo do mais alto culto protestante. Durante o Asperges, fui atingido no olho com água benta. E olha que eu estava de óculos. Na processional, após o esquadrão de coroinhas e acólitos, entraram os padres da Catedral seguidos pelo Bispo, como é de praxe. O pároco, Monsenhor José Geraldo, discretamente fez sinal para o povo aplaudir e sacudir as bandeirinhas. Não é um papel ao qual eu imagino que monsenhores devessem se prestar, mas enfim... (e eu cria que aplausos dentro de templos fossem coisa de pentecostal...)

O estilo do culto, qual era? Saltitante, engessado ou o quê? Tudo vem me levando a crer que o novo Bispo, vindo de São Paulo, é um tradicionalista. Eu, que visito a Catedral com freqüência, posso dizer que o catolicismo francano tem sido bem protestant-friendly até então; um protestante mais bem informado normalmente não tem grandes objeções de consciência no que escuta ao visitar a Catedral. Mas contrário ao costume estabelecido, foi empregado incenso, coisa que não acontecia nem nas altas festas do calendário litúrgico; parece que convocaram TODOS os coroinhas e acólitos, quando normalmente só se escala dois coroinhas, e um acólito (em regra um seminarista) de vez em quando. O diácono usou um véu umeral para segurar o livro com o texto do Evangelho, que também foi devidamente incensado. E o bispo, durante as intercessões, puxou uma série de orações marianas que NÃO estavam no roteiro mas parecem ser de conhecimento do católico-médio. Ou seja, se a posse do Bispo for indicador de alguma coisa, o catolicismo francano vai ficar menos "protestante" daqui pra frente.

Qual a duração exata do sermão? Em torno de uma meia hora.

Numa escala de 1 a 10, quão bom era o sermão? E o pregador? 4. O Bispo gastou a maior parte do tempo do sermão fazendo um discurso de posse, e depois correu pra comentar o Evangelho e a Epístola próprios da festa.

Em suma, sobre o que foi o sermão? Como dito acima, muitos agradecimentos, anúncios políticos. E depois, a exposição e aplicação do Evangelho em que Cristo nomeia Pedro como a rocha sobre a qual edificará a Igreja.

Que parte do culto foi como estar no céu? Incenso! Toda a pompa e circunstância, e a visível alegria do povo em receber aquele que será oficialmente o pastor de toda a Diocese (que ficou a maior parte de um ano sem essa figura tão central para o catolicismo romano).

E qual parte foi como estar... hã... no outro lugar? Bandeirinhas. Palmas. Só contribuem pra cara política da festa. Ser surpreendido pelas orações marianas que estavam fora do roteiro também contribuiu negativamente, mas não posso realmente reclamar, já que, afinal, É uma igreja romana.

O que aconteceu depois do culto? Era segunda à noite numa cidade essencialmente operária. Todo mundo voltou pra casa depressa, e daí pra cama.

Como você descreveria o cafezinho após o culto? Não houve.

Como você se sentiria em congregar nesta igreja? Não é uma opção pra mim. Posso cultuar com os irmãos romanos de vez em quando, mas minhas convicções não me deixariam aderir à jurisdição do Bispo de Roma com uma consciência tranqüila.

O Culto o fez feliz por ser um cristão? Com certeza, foi bacana me alegrar com os irmãos de um outro ramo do cristianismo em uma ocasião tão importante para eles.

O que você vai guardar na memória deste culto? O Monsenhor se prestando ao papel de puxar aplausos na processional. E o Hino do Vaticano GRUDA na cabeça.

terça-feira, 9 de março de 2010

IGREJA PRESBITERIANA METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE




Freqüentador Misterioso: TheMeanReverend

A Igreja: Igreja Presbiteriana Metropolitana, congregação da 1ª IPBH

Denominação: IPB, Igreja Presbiteriana do Brasil

O prédio: A IPM está funcionando numa casa que foi doada à igreja para seu uso, na Avenida das Agulhas Negras, perto da Praça do Papa.

A comunidade: Membros da 1ª IPBH que moram na região da congregação, além de pessoas de mais longe interessadas no novel trabalho e conversos, também.

A vizinhança: A IPM fica no bairro Mangabeiras, da alta-sociedade belo-horizontina; é uma das mansões, convertidas em templo, no meio das demais mansões da vizinhança.

Elenco: Dirigiu o culto o presbítero Carlos, pregou o Reverendo Cleómines A. Figueiredo.

Data e Horário: Domingo, 7 de março de 2010, 10h00min.


Qual o nome do culto? Culto Dominical Matutino.

Quão cheio estava o salão de cultos? O salão de cultos é uma junção de duas das salas da casa em que funciona a igreja; quando cheguei, para a escola dominical, estava vazio, mas durante a EBD e o culto se foi enchendo. Creio que estivesse cheio quando terminou o culto.

Alguém lhe deu boas-vindas? Sim, sim; o organista, o pastor, alguns amigos de lá.

Seu assento era confortável? Ler descrição dos bancos da 1ª IPBH.

Como você descreveria o ambiente antes do culto? Algo notório: ensaio de hinos. A igreja, antes do culto, ensaia hinos, e, depois disso, começa o hino de entrada.

Quais foram, exatamente, as palavras de abertura do culto? Vamos ler as Escrituras, irmãos, no Salmo 105.

Que livros foram usados pela congregação durante o culto? Bíblia Sagrada, na versão de Almeida, revista e atualizada (oficial da IPB), e, apesar de os hinos saírem no folhetim do culto, todos usamos hinários.

Que instrumentos musicais foram tocados? O órgão é o carro chefe da congregação – não é pra menos, tratando-se de um viscount prestige II –; mas também um piano, somente durante as partes cantadas dos hinos (introduções, interlúdios, etc, só com o órgão).

Algo o distraiu? Nada, absolutamente. Consegui apreender cada momento do culto.

O estilo do culto, qual era? Saltitante, engessado ou o quê? Tradicionalíssimo, contudo, fluido, inteligente, coeso. Um excelente culto, porém muito breve (1h apenas).

Qual a duração exata do sermão? Coisa de meia hora a 40 minutos.

Numa escala de 1 a 10, quão bom era o sermão? E o pregador? Excelentes sermão e pregador. 10 e 10!

Em suma, sobre o que foi o sermão? Sobre o anúncio da 10ª praga, do qual extraímos lições práticas.

Que parte do culto foi como estar no céu? Ahn... “Ao Deus de Abraaão Louvai” com aquele órgão maravilhoso?

E qual parte foi como estar... hã... no outro lugar? Não houve, absolutamente.

O que aconteceu depois do culto? Fiquei tocando órgão até quase meio-dia com o organista, o genial Nahum Pereira. Também fiquei conversando com o pastor sobre togas, seu uso e desuso, onde comprar, preços, materiais, etc.

Como você descreveria o cafezinho após o culto? Não houve.

Como você se sentiria em congregar nesta igreja? (numa escala sendo 10 = extasiado e 0 = terminal) 9! Sou um Batistão! haha

O Culto o fez feliz por ser um cristão? Yes, sir!

O que você vai guardar na memória deste culto? VISCOUNT PRESTIGE II.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

PRIMEIRA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL EM BELO HORIZONTE




Freqüentador Misterioso: TheMeanReverend

A Igreja: Primeira Igreja Presbiteriana do Brasil em Belo Horizonte

Denominação: Igreja Presbiteriana do Brasil, IPB.

O prédio: Um lindo santuário em design anos 50, com símbolos cristãos e clarabóia de vitral acima do Presbitério. Não muito grande, mas aconchegante. As janelas são finas e poucas, mas não há calor: o pé-direito é alto, e há ar-condicionado (certamente mais por causa da segunda razão que da primeira). Há um edifício para as demais atividades da igreja ao lado, e sob o santuário também.

A comunidade: Ah, o pessoal da PIP é nata da sociedade. Sério. Mas não quer dizer que sejam arrogantes, muito pelo contrário. São pessoas simpáticas, e parecem muito bem integradas.

A vizinhança: A Igreja é muitíssimo bem localizada. Fica na região central de BH sem ser, contudo, no centrão. Fica no Funcionários, bairro de classe alta, no cruzamento de duas importantes avenidas: Afonso Pena e Getúlio Vargas. Há metrô, ônibus e acesso por carro também para quem queira. A região é segura, de temperatura amena e vista agradável. Há o problema dos carros passando pela Afonso Pena, mas não chega a atrapalhar o culto.

Elenco: Revdo. Ludgero Morais, direção e pregação; os outros pastores da igreja o acompanhavam. Profª. Maria Guilhermina ao Órgão (Viscount Prestige 80, um privilégio), e Profª. Helena Freire ao Piano.

Data e Horário: Domingo, 19/09/2009, 10:20.



Qual o nome do culto? Culto Dominical Matutino

Quão cheio estava o salão de cultos? Cheguei em torno das 10h, estava com menos de 30%, mas lotou rápido. Antes do culto os bancos já estavam todos cheios, e depois do culto os retardatários ocuparam a galeria e as cadeiras que se põe ao lado dos bancos. Todos os cultos lá são bem cheios.

Alguém lhe deu boas-vindas? Diáconos à porta; presbíteros a caminho para o banco. Dna. Regina Helena, esposa do pastor, depois que eu já tinha me sentado.

Seu assento era confortável? Banco de madeira, sem estofamento, mas de boa construção. Não é o máximo do conforto, mas não dói o corpo durante o culto.

Como você descreveria o ambiente antes do culto? As pessoas chegam, cumprimentam quem está à volta, e oram até o culto começar. Alguns continuam conversando, mas baixo, e respeitosamente.

Quais foram, exatamente, as palavras de abertura do culto? "Bom dia, meus irmãos; vamos proceder a leitura Bíblica, conforme impressa em nosso boletim".

Que livros foram usados pela congregação durante o culto? Cada um com sua Bíblia, alguns com seus hinários, mas a igreja dispõe Hinários Novo Cântico nos compartimentos dos bancos, e são os da edição de partituras!

Que instrumentos musicais foram tocados? Piano e Órgão. Os hinos são "puxados" pelo Rev. Ludgero, com seu possante baixo.

Algo o distraiu? Um pouco difícil. O silêncio é absoluto na congregação. Um mosquito seria ouvido. Os comentários do meu amigo que foi comigo, com certeza.

O estilo do culto, qual era? Saltitante, engessado ou o quê? A maioria dos crentes de BH, da onda lagoinha, detesta o culto da 1a. Ele não é nem um pouco emotivo. Na verdade, deve-se ressaltar que quando o fenômeno lagoinha explodiu, a PIP foi a igreja que tomou a frente contrária. Alguns diriam Engessado, eu prefiro santo, reverente.

Qual a duração exata do sermão? Pouco mais de 20 minutos.

Numa escala de 1 a 10, quão bom era o sermão? E o pregador? 10 para o sermão, 10 para o pregador. Mensagem teologicamente relevante, bíblica, racional, inteligível. Nada de "diga ao irmão ao seu lado". E o Rev. Ludgero é um tribuno de retórica envolvente, consegue transmitir a emoção da mensagem (o que poderia ser tido como o único momento emotivo do culto) na sua sermônica.

Em suma, sobre o que foi o sermão? Em referência direta à morte do Rev. Geraldo Braz dos Santos, pastor emérito da PIP na sexta-feira anterior, foi uma reflexão sobre como este nosso tabernáculo terrestre se desfaz, sendo substituído pelo celestial. E, principalmente, sobre a vida cristã, que independe das circunstâncias imediatas de nossa vida (a exemplo do Rev. Geraldo, que sofreu mais de 10 anos com o câncer, sem, contudo, deixar sua fé, sua certeza, sua esperança).

Que parte do culto foi como estar no céu? Todo ele.

E qual parte foi como estar... hã... no outro lugar? Não houve tal parte.

O que aconteceu depois do culto? Fui à casa de meu amigo, que é vizinho da igreja, almoçar feijoada.

Como você descreveria o cafezinho após o culto? Não é um costume por lá.

Como você se sentiria em congregar nesta igreja? (numa escala sendo 10 = extasiado e 0 = terminal) 10! É uma excelente igreja!

O Culto o fez feliz por ser um cristão? Totalmente.

O que você vai guardar na memória deste culto? O som do órgão; a mensagem do Rev. Ludgero; o abraço terrivelmente apertado que ele dá a todos à porta (doeu minhas costas... rsrsrs).


site: www.primeiraipbh.org.br

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

FORMATO PADRÃO

Este é o formato padrão, tradução do adotado pelo Mystery Worshipper, do qual este blog é um admirador (além de plagiador).

Um exemplo vem na próxima postagem, retratando um culto de verdade, do qual tomei parte ontem.

Eis o questionário:


Freqüentador Misterioso: (coloque o seu pseudônimo de freqüentador misterioso)

A Igreja: Nome da igreja

Denominação: Aquela a qual a igreja seja filiada, caso haja.

O prédio: algumas palavras sobre as instalações da igreja.

A comunidade: comentários sobre a comunidade que forma a igreja.

A vizinhança: fale-nos sobre a localização e entornos do prédio.

Elenco: Dirigente, Pregador, Coro, Etc.

Data e Horário: informações sobre o culto a que participou.


Qual o nome do culto?

Quão cheio estava o salão de cultos?

Alguém lhe deu boas-vindas?

Seu assento era confortável?

Como você descreveria o ambiente antes do culto?

Quais foram, exatamente, as palavras de abertura do culto?

Que livros foram usados pela congregação durante o culto?

Que instrumentos musicais foram tocados?

Algo o distraiu?

O estilo do culto, qual era? Saltitante, engessado ou o quê?

Qual a duração exata do sermão?

Numa escala de 1 a 10, quão bom era o sermão? E o pregador?

Em suma, sobre o que foi o sermão?

Que parte do culto foi como estar no céu?

E qual parte foi como estar... hã... no outro lugar?

O que aconteceu depois do culto?

Como você descreveria o cafezinho após o culto?

Como você se sentiria em congregar nesta igreja? (numa escala sendo 10 = extasiado e 0 = terminal)

O Culto o fez feliz por ser um cristão?

O que você vai guardar na memória deste culto?